Réveillon da Crise : Rio de Janeiro reduz de 16 para 12 minutos o tempo da queima de fogos de artifício

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A tradicional festa de Ano Novo na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, ficará um pouco mais curta, na passagem de 2016 para 2017. Por falta de recursos, a queima de fogos vai durar 12 minutos, quatro a menos que em 2015.

O show na orla, que deve receber dois milhões de pessoas, está mantido e celebrará os 20 anos do Grande Encontro, reunindo Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo. Antes, se apresentam Leo Jaime DJ Mam.

Além de Copacabana, a prefeitura organiza queima de fogos em outros nove bairros, como o Parque Madureira, que receberá o cantor Naldo Benny, o Piscinão de Ramos, na zona norte, o Aterro do Flamengo, na zona sul, e a Barra da Tijuca, na zona oeste. 

Diferente dos outros anos, quando a queima de fogos era mais longa e havia mais festas gratuitas pela cidade, o número de patrocinadores do Réveillon do Rio caiu pela metade, o que apertou o orçamento. Com isso, a opção foi reduzir o número de palcos e encurtar a pirotecnia, mas sem economizar na qualidade do material, segundo a Secretaria municipal de Turismo.

Fogos com vários formatos

Quem for ao Réveillon  2017 de Copacabana vai ver fogos em formato de corações, margaridas, carinhas felizes e palmeiras, com efeitos e fases distintas. A queima começa pontualmente à 0h e é assinada, como no último ano, pela empresa espanhola Pirotecnia Igual Brasil. Os artefatos serão disparados, por processo computadorizado, de onze balsas paradas no mar.

O cenário do espetáculo é de Gringo Cardia, inspirado nos painéis do artista plástico baiano J. Cunha, que retrata vibrantes manifestações populares e o universo sertanejo.

O encerramento em Copacabana fica a cargo da bateria das escolas de samba Mangueira e Unidos da Tijuca, celebrando o centenário do samba, comemorado em 2 de dezembro de 2016.

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